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Mulher-Maravilha: A Lenda
LivroDosDias
Informações Gerais
Franquia Universo DC Fanfiction
Sequência
Capítulo Seguinte Flash: Ponto de Partida
Créditos
Escrito por JokerLeo

Mulher-Maravilha: A Lenda é um one-shot pertencente à franquia Universo DC Fanfiction focado na Mulher-Maravilha.

SinopseEditar

Nascida e criada apenas na presença de mulheres na ilha paradisíaca de Themyscira, a princesa Diana, filha da Rainha Hipólita, desde cedo ouvia histórias sobre as grandes batalhas que as amazonas travaram no passado. Assim, desde jovem, Diana sonhava em ser uma grande guerreira, contrariando os desejos de sua mãe, que temia que isso pudesse futuramente por em risco a vida de sua filha. Ainda assim, Diana foi treinada para batalhar, e com o tempo tornou-se mais que uma simples guerreira.

EnredoEditar

“Há muitos milênios, os criadores do mundo e da vida que nele vaga reinavam sobre a sua criação. Eram tempos prósperos, tempos iluminados. Nada mais tinha força senão o amor, a paz e a beleza espiritual, o bem. Assim viveu-se o nosso mundo, assim viveram-se as pessoas que nele viviam.

Porém, veio a tempestade. Quando um dos filhos de Zeus, o deus pai dos outros deuses, o guerrilheiro Ares rebelou-se, as coisas mudaram, fluíram. Ares trouxe ao mundo a guerra e a desordem, trouxe consigo o ódio que foi derramado sobre os corações da humanidade, levando à ruina o mundo dos homens. Ares tentou matar todos os outros deuses, inclusive seu pai, mas acabou sendo aprisionado por séculos sob a escuridão e a tortura da solidão.

Ainda assim, Zeus, com sua sabedoria divina, sabia que Ares era muito forte, e outrora teria de volta sua liberdade e traria de volta o caos. Assim, ordenou que Atena, Hera e Afrodite erguessem sobre o mar uma ilha que seria protegida e abençoada por cada deus vivo, este lugar seria o coração do mundo, onde existiriam apenas mulheres fortes responsáveis por manter a chama do amor acesa quando nos dias mais sombrios estas guardassem o nosso mundo. Essas seriam as amazonas, e esse lugar seria Themyscira, onde Ares jamais poderia pisar.

Como previa Zeus, Ares conseguiu libertar-se, e enfurecido, jurou ao mundo a desordem e o seu ódio. Sabendo do que seu pai tivera feito, Ares persuadiu Herácles, o homem mais forte do mundo, a travar guerra contra as amazonas. Mesmo com toda a força do exército de Herácles, as amazonas foram mais fortes e derrotaram o arauto de Ares, banindo todo e qualquer homem da Ilha de Themyscira envolvendo-a sob o poder dos deuses para que esta não fosse jamais encontrada pelos homens de Ares e que fosse iluminada por suas bênçãos por toda a eternidade.”

Assim conta a Rainha Hipólita a sua pequena filha Diana que ouve atentamente a história que sua mãe contava. “Mas mãe, Ares morreu?” – Pergunta a pequena e bela garota a sua mãe, que suspira profundamente. “Só o tempo nos dirá, Diana.” – Diz ela beijando os cabelos escuros de sua filha e fechando o livro nomeado “Livro dos Dias”. Diana desce do colo de sua mãe e esta fecha o livro que lia para contar a história de sua ilha para a jovem Diana.

No dia seguinte, Hipólita leva Diana a um templo das amazonas onde ela observa vários objetos e artefatos. Entre eles uma estranha caixa com detalhes em dourado, verde e vermelho e mais a frente um belo laço dourado.

Hipólita segue guiando sua filha pelo grande templo das amazonas, uma enorme construção de rochas com grandes janelas nas paredes por onde entra a luz que ilumina os largos corredores. “Diana, essa foi a espada com a qual foi perfurado o coração de Herácles, discípulo de Ares que ousou, em nome de seu amo, agir em nome do caos.” – Conta a rainha Hipólita mostrando a Diana uma belíssima espada de cabo dourado e pomo vermelho, com uma brilhante e afiada lâmina protegida entre ornamentos dourados em formato espiral dentro de uma grande sala redonda, com a qual Diana fica maravilhada. A pequena garota, curiosa, corre para tentar pegar a espada, mas sua mãe lhe puxa pela sua mão. “Você não pode pegar isso!” – Diz Hipólita. “Mas mãe, eu só quero ver...” – Insiste a menina. “Já viu. Vamos embora.” – Diz Hipólita, ainda segurando a mão de sua filha. “Mãe, podemos comer ovo de Harpia hoje?” – Pergunta Diana à rainha enquanto deixam o templo.

Os anos avançam, e Diana agora está no início de sua mocidade. Ela observa atentamente as outras amazonas a serem treinadas pela general Antíope, a mais brava e corajosa mulher a viver naquela ilha. As outras guerreiras, em maioria mulheres jovens, duelam entre si com espadas em um grande campo verdejante cujo ao redor é cercado por belíssimas árvores. Diana, maravilhada com o que vê, começa a se imaginar uma guerreira e repete os movimentos feitos pelas outras amazonas. Em um determinado momento, Antíope olha para um dos lados, observando tudo por de trás de uma das árvores.

Assustada pelo olhar de Antíope que percebeu estar sendo espiada, Diana foge correndo até ali próximo onde pastava o seu belo cavalo branco. Rapidamente, ela monta-se em seu animal e parte daquele campo passando pelas colinas e campos iluminados da Ilha de Themyscira, por onde há várias flores no chão, que são pisoteadas pelo cavalgar do animal.

Ainda assim, Diana repetiu outras diversas outras vezes o seu trajeto até o campo de treinamento das amazonas desobedecendo aos princípios e às ordens de sua mãe, acreditando nunca ser descoberta por sua mãe.

Um certo dia, Diana vai novamente até lá, mas depara-se com algo diferente, sua mãe a conversar com a general Antíope. “Hipólita...A princesa já está deixando de ser menina, ela está se tornando uma mulher. Não podes lutar contra a verdade, Hipólita. Sabes disso.” – Diz Antiope. Diana, mesmo nervosa e com medo de que sua mãe a visse, aproxima-se cuidadosamente, escondendo-se atrás de uma árvore ali próximo.

“Não tem que ser assim. E se não for esse o destino dela? Ela não é uma guerreira, Antíope! E você sabe o porquê de que não querer isso para minha filha. Ele está observando ela, eu sinto isso.” – Diz Hipólita. Antíope aproxima-se de Hipólita e lhe abraça. “Minha rainha, minha irmã...Eu sei. É exatamente por isso que a princesa deve ser treinada, ele virá atrás dela mais cedo ou mais tarde. Diana deve estar preparada. Ela deve ser treinada mais que qualquer outra amazona a viver nesta ilha’ – Afirma Antíope. Diana continua observando tudo por de trás da árvore, sente-se confusa ao mesmo tempo que assustada, questiona-se sobre o que sua mãe e Antíope falam. “Antíope, eu não posso permitir.” – Diz Hipólita. “Rainha...Ela...Ela está aqui.” – Afirma Antíope. Diana então, por de trás da árvore, arregala seus olhos surpreendida. Ela olha por trás da árvore e vê sua mãe e a general Antíope olhando em sua direção.

Ela levanta-se e vai até onde elas estão. “Há quanto tempo está aqui?” – Pergunta Hipólita. “Pouco. Eu acho.” – Diz Diana buscando uma forma de escapar de punições de sua mãe. “Vá para casa, rápido. E não saia até que eu ordene que assim seja. Não ouse me desobedecer, não novamente.” – Ordena a mãe. “Sobre o que estavam conversando? Quem está me observando? Mãe?” – Pergunta a jovem princesa ainda confusa. “Diana, vá para casa já.” – Ordena novamente sua mãe. Diana olha para Antíope e cabisbaixa vira-se indo embora.

“Está errado, Hipólita. Não podes fazer isso. Essa menina, não é apenas tua filha. Ela não é somente uma princesa. Ela é uma guerreira, é uma amazona, assim como nós duas.” – Diz Antíope encarando Hipólita.

Hipólita dá um leve suspiro e ergue sua cabeça. “Diana, volte aqui!” – Chama ela. A moça, que já estava montando novamente seu cavalo prestes a partir, desce do animal e vai até sua mãe. “A general Antíope ficará responsável por você, ela vai treiná-la. Mas ela não vai treina-la para lutar como nossas irmãs, treinará para ser melhor que toda e qualquer amazona. Ela vai lhe passar tudo o que sabe, e ensinar a descobrir por conta própria o que ela não sabe. Você treinará todos os dias e seguirá absolutamente tudo o que a General Antíope disser. Você vai saber se defender e ser uma guerreira. Prometa isso pra mim, Diana. ” – Diz Hipólita. Diana abre um sorriso e sinaliza com sua cabeça de forma positiva. Hipólita olha novamente para Antíope, que ao lado das outras jovens guerreiras amazonas abre apenas um pequeno sorriso no canto de sua boca. “Proteja minha filha. Ela é tudo para mim.” – Diz a rainha.

Todos os dias seguintes Diana treinou arduamente, esforçando-se para tornar-se cada dia melhor. Todos os dias, ela lutava como se fosse pela última vez. Com bravura, empunhava sua espada e seu escudo e batalhava contra as outras amazonas, até que um certo dia após muitos anos de batalha, atingindo a idade adulta, após vencer outra de suas irmãs, Diana recebeu uma inusitada proposta.

“Lute comigo, Diana.” – Diz Antíope. “Perdoe-me, General Antíope, eu não estou preparada!” – Diz a moça. “Se não estás preparada para lutar comigo, não estás preparada para lutar.” – Diz Antíope. Diana olha um pouco desesperada, mas com bravura ela aperta seu pulso e segura sua espada com força. “Venha.” – Diz Diana.

Antíope avança contra Diana com sua espada, e a jovem desvia dos golpes de Antíope. A general avança novamente, e Diana põe seu escudo em sua frente, e Antíope incansavelmente continua avançando com sua espada. “Vamos, Diana! Faça alguma coisa!” – ordena Antíope. Diana empurra seu escudo contra Antíope jogando-a para trás. Antíope levanta-se ainda com sua espada e novamente vai em direção a Diana.

As duas cruzam espadas, mas Antíope acaba fazendo Diana derrubar a sua, sobrando em sua mão esquerda apenas o escudo, que Diana usa novamente para se defender dos golpes de Antiope. A general dá um golpe que acaba rachando o escudo de Diana, quebrando-o no golpe seguinte. Agora Diana está indefesa.

De longe, a rainha Hipólita observa a luta de sua filha montada em seu cavalo. Antíope avança novamente contra Diana, que cruza seus braceletes, fazendo com que o choque entre esses e a espada de Antiope criem um choque que joga a general para metros de distância.

Ao abrir lentamente os seus olhos, Antíope depara-se com a resta de Diana sob a luz do sol que lhe encandeia. Diana lhe estende a mão e lhe ajuda a levantar. Um tanto confusa, Antíope passa a mão sobre seu rosto até recuperar a total consciência. Diana está nervosa, pedindo perdão a Antiope repetidas vezes. A general põe a mão sobre o ombro direito da moça e a parabeniza por seu feito. Ao longe, Hipólita continua a observar sua filha sem demonstrar nenhuma expressão a não ser preocupação. Ela segura as rédeas de seu cavalo e dá meia volta.

Alguns anos mais tarde, Diana já não é mais uma moça, é uma mulher adulta. Tornou-se uma linda mulher e uma grande e respeitada guerreira dentre as amazonas. Certo dia, ela banha-se nas cristalinas águas de um belo rio da ilha sem imaginar o que estaria por vir. Nesse momento, ela vê passando pelos céus algo estranho, um avião desorientado, que acaba caindo no mar na costa da ilha. Curiosa, Diana veste rapidamente suas roupas e corre em direção ao local.

Ao chegar na praia, ela segue rumo ao mar onde vê o avião afundando. “Grande Hera, mas o que...Quem estava dentro?!” – Questiona-se boquiaberta, correndo imediatamente em direção à água e mergulhando no mar próximo ao avião. No fundo, o piloto do veículo afunda dentro das águas, um jovem soldado prestes a morrer afogado. Ainda assim, Diana consegue alcançar o homem e segurando-o com sua mão esquerda, ela nada para tirá-los dali.

Chegando a praia ela deita o corpo do homem na areia enquanto os restos do avião que guiava terminam de afundar, ela ouve as outras amazonas aproximarem-se em suas cavalarias. Elas vêm em grande quantidade, certamente viram a queda do avião. “Diana, afaste-se!” – Gritava a rainha Hipólita. Ao aproximar-se mais e ver que tratava-se de um homem, a rainha fica assustada. “Pelos Deuses...Mas...Mas como este homem chegou aqui?” – Questiona ela.

O homem começa a abrir seus olhos lentamente, e ao abrir, a primeira coisa que vê é o rosto de Diana em sua frente, e ao seu redor várias outras mulheres, o que o faz pensar que está no céu. “Você...Você é um homem?” – Questiona Diana.

PersonagensEditar

CuriosidadesEditar

  • Inicialmente seria uma série que acabou sendo cancelada. Mais tarde viu-se a necessidade de introduzir personagens como Steve Trevor e a própria Mulher-Maravilha antes de Liga da Justiça: Unidos e foi decidido que a história da personagem seria então contada por meio de um one-shot.